piZZa and A MOvie Day
Outubro 30, 2009
Hoje foi assim:




Sair do local de trabalho depois de uma saga de 17 horas non stop, chuva fresca na cara, caminho lento até casa, dormir, acordar, pizza, natas, filme, lãs, manta, música, hm…
cInEMa
Setembro 28, 2009
O fim-de-semana foi assim:

Inglourius Basterds

Taking Woodstock
…muito bom, portanto.
RomeU E jULIEta
Junho 6, 2009
ou melhor, Star Crossed – Amor em jogo.
Sim, fui ver,
Não, não gostei.
Fazendo-me entender, em comparação com outros filmes portugueses não poderei dizer que está mal, em comparação com outros filmes, não portugueses, poderei dizer que ainda nos falta percorrer algum caminho. No entanto já estivemos mais longe.
Não gostei porque não me surpreendeu. Entrei na sala de cinema apenas com a expectativa de boas imagens da cidade, de uma boa fotografia, não fosse o cenário desta metragem tão rico e maravilhoso e mesmo assim penso que poderiam ter explorado melhor este recurso.
Quanto aos actores, salvam-se o Diogo Morgado, que dispensa comentários e já deu mais que provas do seu talento, e devo dizer que a Teresa Tavares não esteve mal, não senhor, já que estava à espera de um desempenho à Morangos com Açucar. Quanto aos restantes até aceito, tirando as três meninas que surgem no início do filme, supostas amigas da personagem principal que me ficaram completamente atravessadas.
Valeu pelo belo Estádio do Dragão, fundo de algumas cenas mais bonitas do filme e vá, pelo testemunho do rio Douro de um amor proibido.
Não desfazendo, gostei da adaptação da história original e concordo plenamente com a escolha da cidade do Porto para a desenvolver, mas acredito que somos capazes de melhor.
Apesar de tudo, não deixa de ser uma história de amor.
Daquelas que nos parecem possíveis.
Daquelas que acontecem ao nosso lado.
Daquelas pelas quais nos cruzamos na rua.
Daquelas em que não se vive feliz para sempre, em que nada é para sempre, apenas a lembrança, a memória permanece.
Daquelas que me faz sair com um sorriso nos lábios e uma lágrima (disfarçada) no canto do olho.
thE hoTTESt sTAte
Março 29, 2009
Numa das minhas aventuras pela fnac (sim, se me querem ver sossegada é deixarem-me num qualquer local que tenha música, livros e filmes. Horas e horas garantidas de calmaria), encontrei este filme. Não tinha ouvido falar sobre ele, mas chamou-me atenção. Prometia um excelente trabalho de actores e boa banda sonora. Óptimo, pareceu-me bem. Vi-o esta semana.
“A Sarah não era sensual como as outras pessoas.
O corpo dela não era rijo, nem duro, nem nada disso.
Ela era divertida, do mesmo modo que ver gente a adormecer nos autocarros, com a cabeça a descair, é divertido.
Ela era HUMANA.
A pessoa mais humana que já conhecera e isso era sensual.”
fiSH, bIg fish
Março 27, 2009
Ontem passou na televisão um dos meus filmes preferidos e hoje, não ouvi ninguém, das muitas pessoas com quem convivi, a falar sobre isso… senti-me uma ave rara…
mas não foi mau…
oNTem…
Dezembro 30, 2008
… foi dia de rever Amelie… (pela octingentésima vez, vá)
…tava a precisar…

o FIlme II
Agosto 31, 2008
Este também tem um lugar especial cá dentro.
Será que as minhas escolhas dizem algo sobre mim?
sim!
O FilME…
Agosto 31, 2008
O meu filme preferido
mY BLUeBerrY niGHts
Maio 7, 2008

Vi este filme no fim de semana, mas ainda não tinha encontrado as palavras certas para falar sobre ele. Penso que ainda não as descobri mas cruzei-me com este beijo mais uma vez e tive de escrever.
É um filme de sentimentos, de emoções, de escolhas, de apertos no peito e de murros no estômago. Histórias de vida, fugas e reencontros.
Mas é, fundamentalmente, uma viagem! Uma viagem para encontrar o caminho certo para ir para o outro lado da rua e descobrir que, afinal, essa passagem não é tão complicada como pode parecer… tudo depende de quem está do outro lado à espera.
Adeus, nem sempre significa o fim, mas sim um novo começo.
A fotografia é extraordinária e a banda sonora genial.
hOJe
Fevereiro 28, 2008
“Hoje… Folga…. finalmente…
Sol, hoje está sol, vou fotografar…
Bolas, bateria descarregada!! Como me esqueci de carregar a bateria?!?
Onde está o adaptador de corrente, onde guardei o adaptador de corrente?
Oh, never mind, que dia é hoje? Quinta… quinta-feira, dia de estreias…
Vou ao cinema…
Fila da bilheteira, só se ouve x bilhetes para “Este país não é para velhos”, ok, foi a grande estrela da noite dos Óscares e eu hei-de vê-lo, mas definitivamente não agora, não, porque não me chama, não porque não me apetece, não, porque… não.
Vou ver aquele, aquele que achei piada na última vez que vim e que já deve ter estreado, sim, vou ver esse….”
Este foi o meu monólogo mental do ínicio da tarde, e realmente lá fui, ver “Juno”, um filme sobre uma adolescente que resolve ter relações sexuais com o melhor amigo, para quebrar a monotonia de uma tarde, mas acaba por engravidar. Primeira opção foi o aborto mas não foi capaz e resolve ter o bebé e dá-lo para adopção. Conhece um casal cujo maior desejo é ter um filho e segue até à meta. Durante os meses de gravidez é obrigada a lidar com situações para as quais não tem maturidade suficiente, mas a sua atitude e personalidade ajudar a resolver.
Não é um filme banal sobre a gravidez na adolescência, mas sim um retrato da vida real sobre uma perspectiva diferente dando especial atenção aos pequenos pormenores da amizade e do amor… da construção de ambos e da luta por uma identidade única e invulgar.
Gostei muito.
Boa banda sonora, rock’n roll e punk rock dos velhos tempos.
Tempos em que a guitarra fazia parte da lista dos indispensáveis… tenho saudades…
Adorei a simplicidade desta música….
You’re a part time lover and a full time friend
The monkey on you’re back is the latest trend
I don’t see what anyone can see, in anyone else
But you
I kiss you on the brain in the shadow of a train
I kiss you all starry eyed, my body’s swinging from side to side
I don’t see what anyone can see, in anyone else
But you
Here is the church and here is the steeple
We sure are cute for two ugly people
I don’t see what anyone can see, in anyone else
But you
The pebbles forgive me, the trees forgive me
So why can’t, you forgive me?
I don’t see what anyone can see, in anyone else
But you