reTRO
Junho 28, 2009

Não tenho “gira-discos” e ainda bem ou caso contrário teria saído desta loja carregada.
É um verdadeiro paraíso de relíquias, é vinil por todo o lado e, inconscientemente, obrigamo-nos a tocar nas capas ao de leve, a pegar no disco lentamente e cautelosamente o observar, como se qualquer movimento em falso fizesse desaparecer algo quase único e especial.
Saí dali com vontade de experimentar o velho gira-discos guardado lá em casa da avó… será que ainda funciona?
hm…
Retroparadise, na Rua do Almada