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Março 29, 2009
Numa das minhas aventuras pela fnac (sim, se me querem ver sossegada é deixarem-me num qualquer local que tenha música, livros e filmes. Horas e horas garantidas de calmaria), encontrei este filme. Não tinha ouvido falar sobre ele, mas chamou-me atenção. Prometia um excelente trabalho de actores e boa banda sonora. Óptimo, pareceu-me bem. Vi-o esta semana.
“A Sarah não era sensual como as outras pessoas.
O corpo dela não era rijo, nem duro, nem nada disso.
Ela era divertida, do mesmo modo que ver gente a adormecer nos autocarros, com a cabeça a descair, é divertido.
Ela era HUMANA.
A pessoa mais humana que já conhecera e isso era sensual.”